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28 luglio

KELLY KEY FAZ TARDE DE AUTOGRAFOS

Kelly Key faz tarde de autógrafos no Rio

  A livraria Nobel, no Shopping Nova América, na Cidade Maravilhosa, sediou na quarta-feira, dia 27, uma sessão de autógrafos no novo álbum de trabalho da cantora Kelly Key.

Com um figurino preto e rosa, a musa teen causou tumulto entre os pequenos fãs que se reuniram para garantir um autógrafo de Kelly. Mas, para isso, era preciso comprar o álbum na própria livraria.

Como sempre muito simpática, a cantora, que ficou sentada numa mesa com centenas dos seus CDs, atendeu carinhosamente a todos os fãs que solicitavam dedicatória e beijos.

No meio da sessão de autógrafos, Kelly Key parou, colocou o fone no ouvido e curtiu por instantes um dos hits do novo CD, que reúne 11 faixas, entre elas uma versão de Barbie Girl, do grupo dinamarquês Aqua, que vem fazendo o maior sucesso entre a garotada.

Entre um autógrafo e outro, a cantora fazia questão de acenar para os inúmeros fãs que se acotovelavam do outro lado da porta de vidro, só para vê-la.


Por: Daniele Barreira
 
OBRIGADO PELA VISITA DE TODOS VOCÊS.
NÃO ESQUEÇAM DE DEIXAR OS SEUS RECADOS.
AMO TODOS VOCÊS.
 
18 luglio

INICIO DA TURNÉE

Kelly Key: 'Não estou satisfeita apenas com dois filhos'


 Depois de colocar para cantar e dançar e de atender os fãs por mais de uma hora em seu camarim, Kelly Key, que superlotou o Canecão, na zona sul carioca, em seu retorno aos palcos após sete meses, demonstrou o quanto se realiza no papel de mãe. Ela, que já tem dois filhos - Suzanna, com seu ex-marido Latino, e Vitor, do casamento atual com o sul-africano Mico, revelou que pretende aumentar a prole.

“Não estou satisfeita apenas com dois filhos. Quero ter mais. Só que não é para já. Como estou com 22 anos, pretendo engravidar novamente daqui a dez anos”, afirmou a cantora, depois do espetáculo O Show Vai Começar, com direção da própria artista, supervisão de Marlene Mattos e participação especial de Suzanna.

Kelly disse ainda que a pequena Suzanna, com apenas quatro anos, já demonstra que saiu aos pais: adora cantar, dançar e um palco.

“Depois de conversar com a Marlene (Mattos), decidimos que era melhor gravar a participação da Suzanna do que deixá-la totalmente solta no palco. Ela é muito ativa, impulsiva e muito pequena para ser dirigida e não dava para a gente prever o que aprontaria. Mas, foi lindo ela aparecer no telão falando que o irmãozinho estava em casa e sabe que as crianças gostam muito de mim e eu delas”, contou a mamãe babona, como se define nesse papel.

A cantora comentou ainda que Suzanna tem ciúmes do assédio infantil sobre sua mãe.

“É muito engraçado, porque do Vitor ela não tem o menor ciúme. Mas, da criançada que é minha fã, tem hora que não se segura e pergunta se as outras crianças não têm mãe”, diverte-se Kelly.

Dificuldade para sair do palco

Enquanto uma fila de pais e mães com seus filhos e vários adolescentes se formava na entrada do camarim, a grande maioria da platéia de O Show Vai Começar continuava em seus devidos lugares, pedindo para a cantora continuar a cantar e dançar. Por isso, Kelly teve muita dificuldade para sair do palco, o que só conseguiu após repetir o bis por três vezes.

A receptividade de seu retorno aos palcos pode ser explicada pela ausência de sete meses, em que ela priorizou o final da gravidez, o nascimento e a amamentação do filho Vítor, até seu leite secar, quando o menino tinha quatro meses. Mas, existe uma outra explicação que a própria cantora descreve.

“Estava segura do que queria nesse meu retorno e me cerquei de profissionais que só me deram tranqüilidade. Quis fazer um show muito especial, tanto que não quis fazer a direção sozinha. Chamei a Marlene Mattos para me ajudar e o João Cardoso, que é cenógrafo do Caldeirão do Huck, para fazer a cenografia. Vamos botar esse show na estrada e já temos convites até para fora do Brasil”, destaca a artista, que também soube caprichar no repertório, uma vez que mesclou sucessos antigos como Baba, Adoleta, Cachorrinho e A Lourinha, O Playboy e O Negão, com as músicas de seu último CD, como Barbie Girls, Bab Boy e Escuta Aqui, Rapaz.

15 luglio

Nova turnê

 

TURNÉE KELLY KEY 2005

 "O FILME JÁ VAI COMEÇAR ...

 

" Como diz o provérbio: os olhos são o espelho da alma. E Kelly Key sabe muito bem disso! Vivendo uma fase que ela mesma define como de mudança, alto-astral e "de novas idéias de trabalho", Kelly encontrou na trilogia: Show, Cinema e Teatro, a inspiração para a sua nova turnée " O Filme já vai começar", que promete encantar o público no próximo dia 17 de julho no Canecão, Rio de Janeiro.

 

Estilos diferentes, reunidos num grande espetáculo, por conta de uma superprodução com direito a pipoca na entrada, efeitos especiais, bailarinos, banda, um cenário de cinema e uma peça de teatro. Esse show, que mantém a produção cuidadosa, observada de perto pela artista, apresenta um mix entre os sucessos passados e novidades exclusivas do disco novo, que com apenas dois meses de lançamento, já conquistou disco de ouro.

 

O repertório inclui os grandes sucessos: Baba Baby, Cachorrinho, Adoleta, Chic Chic,Por causa de você, entre outros e os atuais sucessos: Papinho, Bady boy, Barbie Girl, É Chamego ou Xaveco?, Escuta Aqui Rapaz, O Filme já vai começar e Minha Galera. Mais de quarenta pessoas, entre iluminadores, operadores de som, bailarinos e equipe técnica em geral, cuidam para que tudo dê certo. Com esta super produção, alguém duvida ?

 

É... o provérbio tem razão: os olhos realmente são o espelho da alma.

 

 FICHA TÉCNICA:

 BANDA:

 Pedro Mendes-bateria

Carlos Henrique-Teclado

 Alexandre Reis-Guitarra

Luciano Leal-Baixo

Gabriela Alves-Vocal

 Germana Lima-Vocal

 

DIREÇÃO GERAL: Kelly Key

 ROTEIRO/SUPERVISÃO: Marlene Mattos

DIREÇÃO MUSICAL:Kelly Key

CENOGRAFIA: João Cardoso

 FIGURINO: David e Gardin

COORDENADOR DE COREOGRAFIA:Dudu Neves

Realização: Kelly Key Produções Artisticas

16 giugno

Kelly Key leva filha no Fahion Rio

notícia publicada em 14/06/2005 às 19:33

Kelly Key prestigia performance irreverente de Yasmin Brunet no Fashion Rio





Cleomir Tavares Kelly Key distribuiu autógrafos antes do desfile Kelly Key distribuiu autógrafos antes do desfile

Por Michelle Licory

Kelly Key prestigiou o desfile da grife infantil Lilica Ripilica, realizado nesta terça-feira (14), no primeiro dia do Fashion Rio. A cantora levou a filha, Suzana, de 4 anos.

- A Suzana adora moda, então trouxe ela para ver o desfile. A Lilica tem essa coisa das roupas parecerem de adulto. Eu adoro porque parece que a minha filha está vestida igual a mim.

Kelly, que não está mais amamentando Jaime Vitor, de quatro meses, mostrou no evento que está em ótima forma.

- Graças a Deus recuperei meu corpo. Foi muita malhação e muita dieta.

01 giugno

Kelly Key na praça é nossa

31/05/2005 13:20

Kelly Key e Luiza Ambiel brigam por Zé Bonitinho


A cantora Kelly Key e a atriz Luiza Ambiel disputarão o amor de um homem no programa A Praça É Nossa.

Nesta terça-feira, dia 31, as duas gravam as cenas em que Zé Bonitinho é seduzido por elas, que tentam, cada uma a sua maneira, conquistar o coração do personagem interpretado por Jorge Loredo.

Aquela que conseguir flechar Zé Bonitinho, passará o Dia dos Namorados na companhia do galã.

A gravação irá ao ar no dia 11 de junho, véspera do Dia dos Namorados, a partir das 22h, no SBT.

Por: Marcelli D'Andréa
28 maggio

Kelly Key

A cantora mais uma vez é capa da revista viva mais confira em http://marcosekellykey.zip.net.

28/05/2005 11:56

Kelly Key e Ildi Silva no Programa Hebe

Na noite de segunda-feira, dia 30, às 22h30, Hebe Camargo recebe em seu programa o cantor Martinho da Vila, Kelly Key e Ildi Silva.

Ao vivo com sua banda, Martinho da Vila interpretará alguns dos principais sucessos de sua carreira. Já Kelly Key lançará seu 4º CD, no palco da atração.

Ildi Silva comentará sobre sua personagem Kemi, na novela Os Ricos Também Choram, do SBT.

Programa Hebe vai ao ar logo depois da novela Xica da Silva

Por: Andréia Takano
25 maggio

Kelly Key de volta com o sucesso todo

Se tem alguém que sabe o que quer, essa é Kelly Key. Carioca, 22 anos de idade, realizada em sua vida pessoal, pronta para o trabalho e, principalmente, cantora de sucesso, com três discos na praça: Kelly Key (2001), Do Meu Jeito (2003) e o Ao Vivo (2003, também lançado em DVD). O tempo passou rápido desde o primeiro sucesso, “Baba” e muita coisa mudou – menos a sua disposição para dançar e mandar bem em cima de um palco, a alegria quando encontra seu público e aquela vontade louca de dar um gritão quando ouve sua música no rádio. Então, demorou: Kelly Key está de volta com um CD que leva seu nome, simplesmente. Ou seja, não tem erro. É a Kelly Key de sempre que se vai encontrar lá. Romântica, mas nunca boboca. Exigente, mas sem perder a delicadeza. A menina-mulher que sabe a hora de querer compromisso e hora em que o negócio é só beijar. Exatamente como aquele seu público, composto por fãs de 4 a 55 anos de idade, espera. “Acho importante que os jovens tenham personalidade”, diz a musa, que se recusa a servir de exemplo para qualquer coisa. “Mas é uma personalidade para o bem. Não é a liberdade para extrapolar.”

Em time que está ganhando não se mexe, não? Mais ou menos. A turma que esperava por mudanças também não há de se decepcionar com Kelly Key. Nesse disco, a cantora inicia sua colaboração com Plínio Profeta, produtor que promoveu uma elegante atualização no seu som, pondo-o em sintonia com o que de mais novo toca nas pistas de dança. E aí, em novo formato, compete a ela dar o recado. Ou melhor, compete aos seus parceiros de fé, que compuseram mais um punhado de canções no melhor estilo Kelly Key. Está lá novamente, por exemplo, a dupla Gustavo Lins/Umberto Tavares, que estreou em 2003 já com um sucesso: “Adoleta”. Agora, eles atacam com um punhado de clássicos instantâneos. Um é “Bad Boy”, recado para esses manés que acham que impressionam as gatas com demonstrações de força (“um tremendo de um bobão, só pensa em sair na mão / parece mais um zé mané, briga e esquece da mulher”). Outro é o “Papinho”, zoação com aqueles pegajosos candidatos a Don Juan (“pensou que fosse assim, contar história e me levar... facinho”).

Ainda deles, tem “Escuta Aqui Rapaz”, balada que é uma pérola radiofônica, escolhida para abrir o trabalho do disco nas rádios. A letra, quem tiver bom senso fará o favor de ouvir: esse negócio de cantar a amiga do peito da namorada, ainda mais com tanta mulher por aí, é a maior letra errada, irmão! A dupla ainda se aventura nas versões de dois sucessos do pop mundial dos 90: “Barbie Girl” (do Aqua) e “Trouble” (do Shampoo). E extrai daí o manifesto de uma boneca feminista e exigente (“você pode me ganhar, é só fazer o que eu mandar”) e um electro invocado, que ganhou o título de “Eu Não Tô Brincando” (“tô cheia de carinho e você de má intenção”).

Outro velho parceiro que marca presença no novo disco é Andinho, de sucessos como “Baba”, “Por Causa de Você” e “Só Quero Ficar”. Ele vem com a bossa nova (é, uma bossa nova!) “Já Não Somos Mais Livres” (que candidata Kelly ao posto de nova Garota de Ipanema), com “Sou Neném” (que remete ao “Baba” com versos como “sou criança, mas tu quer pegar”) e com o drum’n´bass “Tô Te Dando Mole”. Os códigos da sedução também são tema de outra canção do disco “É Chamego ou Xaveco”, um forró que a cantora pescou do repertório da Banda Magníficos e transformou num R&B para Beyoncé nenhuma botar defeito. Kelly Key acaba em grande estilo, com “Minha Galera”, do produtor Plínio e de Wagner Vianna, ume espécie de funk-disco-convocação daquela galera de fé de Kelly, na qual ninguém quebra a corrente. Mas não é bem o fim do disco: ele ainda traz remixes espertos de “Bad Boy”, “Escuta Aqui Rapaz” e “É Chamego ou Xaveco”, feitos por Umberto Tavares e Mãozinha DJ. Porque a festa não pode terminar – e Kelly não vê a hora de voltar aos palcos para mostrar as músicas e coreografias desse novo disco. “Sou uma garrafa de champanhe pronta para estourar!”, avisa ela. E é bom não duvidar!

 

Markison Araújo

Professione
Interessi
Souum fã louco doido e apaixonado pela Kelly key CUIDADO COMIGO

Sou melhor do que as pessoas pensao.
Pior do que imaginam.
As criticas nao min abalam. Os elogios nao min iludem.
Sou o que sou e nao o que dizem.
Vivo o presente, temo o futuro e dane-se o passado.
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